Carlos Alberto Riccelli Recomenda Cauã Reymond 'Fazer do Seu Jeito' no Remake de 'Vale Tudo'

Carlos Alberto Riccelli Recomenda Cauã Reymond 'Fazer do Seu Jeito' no Remake de 'Vale Tudo'

abr, 6 2025

Carlos Alberto Riccelli, que eternizou o vilão César Ribeiro na clássica novela *Vale Tudo* de 1988, compartilhou um conselho ponderado com Cauã Reymond, que assumirá o mesmo papel no remake previsto para 2025. Riccelli, atualmente com 78 anos e vivendo nos Estados Unidos, usou uma conversa mediada por sua esposa, a atriz Bruna Lombardi, para transmitir sua mensagem. A recomendação foi clara: 'Faça do seu jeito.'

Riccelli, referente ilustre na televisão brasileira, sempre teve um olhar crítico sobre a transição do passado para novas versões. Apesar de um ceticismo inicial em relação ao remake de *Vale Tudo*, ele enxergou o talento de Reymond como essencial para dar uma nova vida ao personagem, longe de meras imitações.

No passado, Riccelli expressou preocupações sobre como a nova adaptação iria se moldar em relação ao original. Ele avisou a equipe de produção que seria vital estabelecer diferenças significativas, especialmente para evitar comparações indesejáveis com o trabalho de 1988. Naquele período, ele também expressou críticas sobre o recasting da icônica personagem Odete Roitman, anteriormente interpretada pela inesquecível Beatriz Segall.

O remake de *Vale Tudo* faz parte das comemorações do 60º aniversário da Globo. Essa nova versão, além de trazer Cauã Reymond como o sagaz César, introduz Bella Campos no papel de Maria de Fátima. Juntos, eles formam uma dupla inescrupulosa inserida em esquemas para se infiltrar na poderosa família Roitman.

A trajetória de César na novela original incluiu um arco complexamente moral, envolvendo relacionamentos tanto com Maria de Fátima quanto com Odete, sempre com uma postura manipuladora e oportunista. A interpretação de Riccelli deu ao César um caráter marcante, deixando uma marca profunda na cultura pop dos anos 80. Agora, resta ao talento de Reymond a missão de reinterpretar esse ícone com frescor e relevância para uma nova geração.

11 Comentários

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    Danilo Reenlsober

    abril 7, 2025 AT 17:12

    Fazer do seu jeito é o único caminho mesmo. Cauã tem uma energia única, não precisa copiar o Riccelli. O personagem já é lendário, agora é hora de ele ganhar uma nova pele, com a alma do Reymond. Isso é arte, não réplica.
    O público hoje é mais inteligente do que a gente pensa. Ele vai botar o coração nesse papel e a gente vai sentir.
    É assim que a cultura evolui: sem medo de ser diferente.

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    Marcio Luiz

    abril 9, 2025 AT 03:39

    Se o César de 88 foi um monstro carismático, o de 2025 precisa ser um predador moderno. Cauã consegue ser sutil e perigoso ao mesmo tempo. Riccelli entendeu isso perfeitamente. Não é sobre imitar, é sobre respirar vida nova no veneno.

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    Marcio Santos

    abril 10, 2025 AT 21:07

    Remake é fraqueza. O original era perfeito. Essa galera não sabe o que é teledrama de verdade.

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    fernando gimenes

    abril 12, 2025 AT 17:23

    Faça do seu jeito 😎🔥 Cauã vai botar fogo nisso. A Globo tá no caminho certo. Bella Campos também tá linda pra ser a vilã. 🍑

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    Paulo de Tarso Luchesi Coelho

    abril 13, 2025 AT 03:24

    Essa história do Riccelli me tocou profundamente. Ele não está tentando proteger o passado, ele está abrindo espaço para o futuro. Isso é maturidade. Muitos artistas ficam presos à própria glória, mas ele entendeu que o personagem é maior que qualquer interpretação.
    É um gesto raro no mundo da arte. Ele não viu o remake como uma ameaça, mas como uma continuação. Isso é o que faz um verdadeiro mestre.
    Quem tem medo de ser superado não merece ser lembrado. Quem ensina a ir além, esse é o legado que permanece.

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    Luciano Hejlesen

    abril 13, 2025 AT 13:51

    Remake é lixo.

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    william queiroz

    abril 15, 2025 AT 12:40

    Existe uma filosofia aqui que vai além da televisão. A recomendação de Riccelli é um manifesto contra a estagnação artística. O que é um ícone? Não é uma estátua. É um espelho que reflete a alma da época em que foi criado.
    Quando Reymond fizer César do seu jeito, ele não está desrespeitando o passado - ele está dialogando com ele. É como um poeta que lê um clássico e escreve um novo poema inspirado nele, sem copiar os versos.
    Essa é a diferença entre cópia e reverência. O original foi um ato de coragem. O remake, se feito com consciência, será outro ato de coragem. E a coragem não se repete, ela se renova.

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    Adriano Fruk

    abril 17, 2025 AT 08:45

    Claro que Riccelli disse isso, porque ele tá nos EUA e não vai ter que ver o que vai sair na telinha. Se ele visse o roteiro atual, ele mandaria o Cauã se mudar pra outro país. 😏
    Mas tá bom, vamos deixar o velho sábio falar. Enquanto isso, a Globo vai encher o rosto de anúncio e o público vai esquecer tudo em 3 semanas.

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    Carlos Henrique Araujo

    abril 18, 2025 AT 13:46

    remake de vale tudo? kkkkkkkkkkkk isso vai dar ruim

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    Isabel Cristina Venezes de Oliveira

    abril 19, 2025 AT 19:28

    Eu lembro quando a Odete da Beatriz Segall era a vilã mais assustadora da TV. Agora a Bella Campos vai ter que carregar isso. Mas se o Cauã fizer do jeito dele, acho que dá pra rolar. A gente não quer igual, quer bom.

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    Nilson Alves dos Santos

    abril 20, 2025 AT 06:57

    Essa é a melhor parte desse remake: Riccelli não tá pedindo para copiar, tá pedindo para inovar. E isso é raro. Muitos artistas antigos ficam presos no passado, mas ele tá abrindo a porta. Cauã tem o talento pra isso, e Bella também. A gente não precisa de uma cópia perfeita, a gente precisa de uma versão que faça sentido hoje.
    Se o César de 2025 for um cara que manipula com redes sociais, com negócios sujos e com emoções falsas, ele vai ser mais atual do que nunca.
    Isso aqui não é só um remake, é um testamento. Riccelli tá dizendo: 'O personagem é imortal, mas a forma dele pode mudar.' 🙌❤️

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